Caso Nicholas Mitchell: Mais duas pessoas acusadas de cumplicidade

17 de abril de 2026

Caso Nicholas Mitchell: Mais duas pessoas acusadas de cumplicidade

A morte de Nicholas Mitchell parecia um acidente de viação, mas a polícia descobriu que era um homicídio. Agora, mais pessoas foram acusadas de ajudar o principal suspeito. O caso em Rotorua continua a crescer.

A investigação sobre a morte de Nicholas Mitchell em Rotorua, em dezembro de 2025, avançou com mais duas pessoas a serem acusadas. Holly Iranui Tekani, de 50 anos, e Apimaera James Frost, de 52, ambos de Rotorua, compareceram no Tribunal Superior de Rotorua. Eles declararam-se inocentes da acusação de cumplicidade em homicídio. São a segunda e a terceira pessoa acusadas de ajudar o suspeito do crime, juntando-se a Lauren Renae Brydon, de 35 anos, que já tinha sido acusada do mesmo crime.

O caso começou na noite de 12 de dezembro de 2025. Nicholas Mitchell, de 37 anos, foi encontrado morto dentro de um veículo que tinha batido contra uma árvore na Ford Road. A polícia determinou rapidamente que os seus ferimentos não eram consistentes com o acidente e abriu uma investigação por homicídio. Isto levou a uma forte presença policial na área de Fordlands. As autoridades pediram aos moradores para procurarem nas suas propriedades por quaisquer itens descartados, como roupas ou armas, que pudessem estar ligados ao caso. A polícia também pediu informações sobre uma carrinha Toyota Hiace branca vista na área na altura da morte de Mitchell.

Uma semana após a morte de Mitchell, a polícia prendeu Rawiri Te Kani, de 28 anos, e acusou-o de homicídio. Te Kani, cuja proibição de divulgação do nome terminou em fevereiro de 2026, declarou-se inocente. O seu julgamento está agendado para fevereiro de 2028, com uma data de reserva para outubro de 2027. Após a sua detenção, o foco da investigação parece ter-se alargado para incluir pessoas que o possam ter ajudado.

As novas acusações alegam que tanto Tekani como Frost agiram para ajudar Rawiri Te Kani a evitar a prisão. Holly Tekani é acusada de o ter escondido da polícia a 14 de dezembro. Ela enfrenta também uma acusação separada por agredir um agente da polícia a 20 de março. Apimaera Frost é acusado de ter acolhido Te Kani a 17 de dezembro para o ajudar a escapar. A primeira pessoa acusada de cumplicidade, Lauren Brydon, terá transportado e escondido Te Kani entre 12 e 18 de dezembro.

As três pessoas acusadas de cumplicidade foram libertadas sob fiança e têm uma audiência de revisão do caso agendada para 19 de junho. O julgamento deles está marcado para novembro do ano seguinte. A série de acusações destaca a natureza contínua e complexa da investigação policial. Mostra um compromisso em processar não só o principal suspeito, mas também qualquer pessoa que se acredite ter ajudado após o homicídio. A comunidade aguarda agora o desenrolar destes casos no sistema judicial ao longo dos próximos dois anos.

Source: nzherald

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